A iniciativa é uma das ações do projeto “Redução da Violência através do Protagonismo Juvenil no Espaço Escolar”, que é desenvolvido pela Cáritas Brasileira NE2 em parceria com outras organizações.

Cinco escolas da rede pública dos Estados de Pernambuco, Paraíba e Alagoas, vêm recebendo atividades do projeto “Redução da Violência através do Protagonismo Juvenil no Espaço Escolar”. O projeto é uma parceria da Cáritas Alemã com as organizações Cáritas Brasileira Regional NE2 – através do Programa, Infância, Adolescência e Juventude (PIAJ), Coletivo Mulher Vida, Serviço Pastoral dos Migrantes do Nordeste (SPM), Grupo Ruas e Praças, e Adolescer.

A proposta do projeto é desenvolver um modelo de intervenção para o espaço escolar, com a perspectiva de uma prática escolar comunitária, capaz de construir respostas frente aos mecanismos geradores de violência e exclusão social.

Em Pernambuco, a escola estadual Professor Pedro Augusto Carneiro Leão, no bairro do Fundão, Zona Norte do Recife, vem sendo acompanhada pela Cáritas Regional NE2. De acordo com a pedagoga e educadora social do PIAJ, Bibiana Santana, que acompanha diretamente as ações na escola, no dia 28 de março, foi assinado um termo de parceria entre a Cáritas e a escola.

“A perspectiva da Cáritas é juntamente com as outras instituições contribuir com a comunidade escolar no entendimento e enfrentamento dos mecanismos geradores da violência. Então, a assinatura do termo vem firmando o trabalho e atuação do projeto no ambiente escolar”, explicou Bibiana.

Iniciativa:

As ações do projeto iniciaram no mês de janeiro, deste ano. No primeiro momento, houve uma etapa de aproximação dos agentes Cáritas com a escola. Em seguida, uma proposta de intervenção foi apresentada para a equipe de gestão, coordenação, professores, alunos e comunidade. Atualmente, o projeto encontra-se na etapa de identificação dos líderes. Ou seja, nessa etapa, professores e funcionários da instituição de ensino indicam alunos do 6º ao 9º ano do fundamental, que demonstram perfil de liderança, bem como tenham interesse em participar e contribuir com a proposta de intervenção na escola e na comunidade onde está inserida.

        

  por Kilma Ferreira | Assessoria de Comunicação da Cáritas NE2.

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