Nesta terça-feira (10), a Cáritas Diocesana de Palmeira dos Índios (AL) comemora a Semana da Solidariedade, com uma celebração festiva, às 19h, na Casa da Divina Misericórdia, na zona rural da própria cidade alagoana. No local, são acolhidos e tratados 30 reeducandos que lutam contra a dependência química.

A celebração é um ato contra a violência e a guerra e em favor da paz e da justiça social e, junto com a Pastoral da Sobriedade, responsável pelo trabalho de cuidado aos reeducandos, a Cáritas tem como objetivo dar visibilidade às ações solidárias, animadas pela mística e espiritualidade presente no ato de congregar os valores humanos acima de qualquer violência.

Participam, desse momento celebrativo, as equipes da Cáritas Diocesana, da Cáritas Paroquial de São Sebastião, da Pastoral da Sobriedade, os cuidadores e os próprios reeducandos.

SEMANA DE SOLIDARIEDADE

A Cáritas Brasileira, organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), promove todos os anos a Semana da Solidariedade. São dias de celebração pelo aniversário da organização, em que a rede, por meio de seus/suas agentes por todo o país, empenha-se em dar visibilidade às múltiplas ações realizadas na garantia dos direitos das pessoas.

Em 2015, quando a Cáritas Brasileira completa 59 anos, a Semana da Solidariedade acontece de 08 a 12 de novembro. Este período tem o objetivo de apresentar à sociedade denúncias de violação dos direitos da juventude, fortalecendo e pautando o debate social e político em torno das violências e das possibilidades de superação dessa realidade.

A mobilização para as denúncias das violências sofridas pelas juventudes deve apresentar os elementos fundamentais da vida ameaçada e exterminada.

Os índices de violência contra as juventudes crescem e, com isto, cresce o sentimento alimentado pela ideologia do terrorismo, apresentando a outra pessoa como inimiga para o seu local de moradia, o país, família, grupo ou etnia a que pertence.

Assim como, desde o bairro ou a periferia em que vive ou, então, desde os grupos dos quais participam as juventudes precisam ser conhecidas como sujeitos de direitos, e restituem nesse seu tempo, as responsabilidades coletivas que assumem como sujeitos importantes para um povo.

Por Wagner Cesário | Assessoria de Comunicação da Cáritas NE2

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